Ao invés de fermentação, diz-se
que o alimento passa por um processo de apodrecimento,
transformando a lata em uma bomba de pressão.
Por causa disto, é proibido transportar o surströmming
em aviões e alguns países impedem a
entrada do produto em seu território.
Outra
iguaria sueca é o patê de rena. A embalagem
dá a origem do animal e outros dados: "Uma
iguaria ártica. Da fazenda dos parentes de
Rudolph, a rena de nariz vermelho do Papai Noel. Ótima
sugestão para o Natal!".
Uma
tradição milenar na China é fazer
chá de ninho de passarinho. As aves locais
regurgitam a comida e a cospem na lateral de cavernas,
formando uma espécie de cola onde fixam os
ninhos. A bebida é considerada afrodisíaca
pela população local.
Nas
Filipinas é comum se encontrar ovos cozidos
fecundados, que são ingeridos como lanche.
Como ainda são pequenas, as aves não
possuem penas, bico ou garras. Já uma empresa
americana, aproveitando a facilidade da embalagem
enlatada, vende uma galinha inteira, que pesa 1,5
quilo, em uma lata.
Um
lanche popular nas ruas da Coréia é
o beondegi, ou seja, larvas de bicho da seda enlatados.
Em Londres, na Inglaterra, uma tradição
antiga é comer enguias capturadas nas profundezas
do rio Tâmisa.
Uma
das comidas mais tradicionais da Escócia é
o haggis. O produto é nada mais que miúdos
(pulmão, coração, fígado
etc) de vaga misturados com farinha, cebola e outros
temperos.
Todos
estes alimentos que para nós são bizarros
podem ser adquiridos online e apreciados em casa.
Redação
Terra
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