|
Quando
Steve Jobs fala, o mundo da tecnologia escuta. Por isso você
provavelmente já ouviu falar do MacBook Air, que foi apresentado
pela Apple em janeiro: um laptop revolucionário, o mais fino
do mundo (com menos de 2 cm de espessura, cabe dentro de um envelope
de escritório). Deslumbrante.
Mas
e na prática? É um bom laptop? O micrinho, que está
chegando ao Brasil e foi testado em primeira mão pelo Link,
realmente arrepia no quesito design.
|
Foto: Getty Image |
É difícil resistir aos encantos do novo MacBook, todo
feito de alumínio e hiperfuturista. Perto dele os outros
laptops parecem pré-históricos.
O Air
tem 1,36 kg, metade do peso de um notebook comum. Ele não
é o laptop mais leve do mundo (no Japão, a Sony vende
uma máquina de 800 g) mas é bem agradável de
carregar. Isso porque é mais largo do que os outros laptops
ultracompactos - tem quase o mesmo tamanho de uma folha de papel
A4.
Esse formato alongado ajuda na distribuição de peso,
e também traz outras vantagens. Nos laptops ultracompactos,
o teclado geralmente é ruim (muito apertado). No Air, há
espaço de sobra para todas as teclas, e a digitação
é muito confortável.
A tela, de 13,3 polegadas, também se destaca. Graças
à resolução de 1.200x800 pontos, ela é
bem espaçosa, ou seja, dá tranqüilamente para
rodar o navegador, o iTunes e até programas um pouco mais
sofisticados - sim, pois ao contrário do que pode parecer,
o Air tem uma configuração respeitável.
Nos testes, foi silencioso e esquentou muito pouco. Ou seja: pode
ser usado confortavelmente, no colo, por horas (nos testes, a bateria
agüentou 2h45, valor levemente acima da média).
E há
outro motivo para isso. No MacBook Air, a touchpad (aquela plaquinha
que desempenha a função de mouse) é a primeira
com a tecnologia multitoque.
O Estado de S. Paulo
|