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Oscar
Ribeiro de Almeida de Niemeyer Soares (Rio de Janeiro,
15 de dezembro de 1907) é um arquiteto brasileiro
considerado um dos nomes mais influentes na Arquitetura
Moderna internacional. Foi pioneiro na exploração
das possibilidades construtivas e plásticas
do concreto armado.
Nascido
na então capital do Brasil numa rua que mais
tarde receberia o nome de seu avô Ribeiro de
Almeida, ministro do Supremo Tribunal Federal, passou
sua juventude como um jovem carioca típico
da época: boêmio, sem a menor preocupação
com os rumos de sua vida. Concluiu o ensino secundário
aos 21 anos, mesma idade com que casa com Annita Baldo,
filha de imigrantes Italianos da província
de Pádua, com quem teve somente uma filha,
Anna Maria Niemeyer. Niemeyer tem cinco netos, treze
bisnetos e quatro tataranetos.
Após
o casamento sente o peso da responsabilidade que havia
assumido para si e decide trabalhar e continuar seus
estudos. Começa a trabalhar na oficina tipográfica
do pai e entra para a Escola Nacional de Belas Artes,
de onde sai formado como engenheiro arquiteto em 1934.
Na época passava por dificuldades financeiras,
mas mesmo assim decidiu trabalhar sem remuneração
no escritório de Lucio Costa e Carlos Leão.
Ele se sentia insatisfeito com a arquitetura que via
na rua e acreditava poder encontrar respostas a suas
dúvidas de estudante com eles.
Em
1945, já um arquiteto com algum nome, filia-se
ao PCB. Sempre foi um forte defensor de sua posição
como stalinista. Durante alguns anos da ditadura militar
do Brasil auto-exilou-se na França. Um ministro
da Aeronáutica da época diria que "lugar
de arquiteto comunista é em Moscou". Visitou
a União Soviética, teve encontros com
diversos líderes socialistas e foi amigo pessoal
de alguns deles. Fidel Castro teria dito a respeito
dele: "Niemeyer e eu somos os últimos
comunistas deste planeta".
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Em
1807, Hegel começa a publicar sua primeira
tentativa de construir um Sistema de Filosofia, com
a 'Fenomenologia do Espírito'. Neste sistema,
a fenomenologia desempenha uma função
fundamental - é a introdução
à Ciência.
Georg
Wilhelm Friedrich Hegel foi um dos mais influentes
filósofos alemães do século 19.
Escreveu sobre psicologia, direito, história,
arte e religião.
"Para
Hegel, o saber de si é sempre um saber do outro
e vice versa. A consciência - que em-si, já
é um saber - é sempre saber de algo.
Na "Fenomenologia do Espírito" (1807),
Hegel discorre sobre este conceito. Na "Odisséia"
da Consciência (a consciência a caminho
da consciência de-si)que representa o "vir-a-se-de-si"
(o devir)da Idéia, ou seja, a passagem da Razão
ao Espírito, está pré-figurada
essa dialética do saber. Trara-se, de acordo
com a "tríade fundamental" da dialética
hegeliana(Tese/Idéia; Antítese/Natureza;
Síntese/Espírito),do desenvolvimento
das figuras ou estágios da consciência,
compreendidas, dialéticamente, da seguinte
forma: o instante da "Tese" (o ser em si)
corresponde ao conceito da Idéia em-si; o instante
da "Antítese" (o ser para-si) corresponde
ao conceito da Idéia em seu exteriorizar-se,
em seu tornar-se outro, ou seja, a Idéia fora
de sí; e o instante da "Síntese"
(o ser em-si e para-si)corresponde ao conceito da
Idéia em-si e para-si, a Idéia em seu
retorno a si. Ai, não mais a Idéia naquele
absoluto imediato da Tese, mas sim, como um absoluto
mediatizado,isto é, como "Espírito
Absoluto" (o saber que sabe a si mesmo enquanto
saber de si).
Com isso, a intenção de Hegel é
menos ser um racionalista absoluto, na mais autêntica
expressão do termo,que um elucidador da dinâmica
da essência do ser como manifestação.
Para Hegel o conceito é "sujeito",
"atividade" (tal como ocorre à consciência,
o conceito ou o sujeito se opõe a si mesmo,
alienando-se em seu vir-a-ser e reconciliando-se consigo
mesmo nessa oposição).
ADENDO:
O "Estado" ou seu conceito, corresponde
ao instante da Síntese no "Sistema da
Ciência". Isto,numa significação
ética da metafisica hegeliana. Desse modo,
o Estado constitui a síntese da moralidade
subjetiva e da Eticidade ou moralidade objetiva. Essa
dialética é desenvolvida pelo filósofo
inicilamente na 'Fenomenologia do Espírito'
e, posteriormente, na sua 'Enciclopédia das
Ciências Filosóficas - 1830: A Filosofia
do Espírito. VOL. III) "
Fonte:
Pedro Pinheiro Santos |