Pinturas do início do século XII já
retratam o chodaikô, do tipo gongo, e o tandôdaiko,
com o corpo mais achatado. Todos os registros comprovam
que o taiko está presente na história
da música japonesa há quase 1.500 anos.
O taiko é utilizado quase sempre em festividades
xintoistas, mas eventos budistas também empregam
o taiko.
O
tipo de taikô mais utilizado em apresentações
no Brasil é o Chodôdaiko. São
taikos feitos com tronco de madeira cavada. Geralmente
medem 45 a 60 cm de diâmetro, mas podem chegam
a 1,50m. Com a escassez crescente de madeiras nobres,
os preços de um taiko ficaram muito elevados.
Um grande chodôdaiko pode valer tanto quanto
um Rolls Royce, e mesmo um de tamanho pequeno pode
custar o preço de um veículo popular.
Nos últimos tempos os corpos do taiko são
confeccionados com uma resina de uretano, com custo
mais reduzido.
O
maior taiko é o Okedaiko, que utiliza a pele
bovina, tem forma de tonel e é amarrado com
barbante. Pode ter mais de três metros de diâmetro
e pesar mais de uma tonelada. O okedaiko pode ser
executado por até dez pessoas, utilizando-se
de baquetas.
Conheça o Grupo de Taikô Kyorakuza, do
Colégio Harmonia.
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